terça-feira, 18 de junho de 2013

Por passeatas de corrida

Em tempos de se correr atrás de um mundo melhor, lembrei-me de uma passagem do livro “Nascido para correr”, de Christopher McDougall, em que ele conta de um famoso treinador americano, Joe Vigil, o qual passou a analisar uma série de aspectos a respeito da corrida ao longo da evolução humana. Segue um trecho do desenvolvimento de sua teoria (p.136-138), quiçá utópico, mas... que tal imaginar?

“Talvez todos os nossos problemas – violência, obesidade, doença, depressão e tristeza que não conseguimos superar – tenham começado quando paramos de viver como o povo corredor. Ao negar nossa natureza, ela irrompeu de outra forma, e não tão bonita.
(...)
Que tal se conseguíssemos correr por várias décadas sem nos ferir? Ultrapassar centenas de quilômetros a cada semana gostando da atividade? Além de ver a taxa de batimentos cardíacos se estabilizar, o nível de estresse e de raiva caírem conforme a nossa energia aumentasse? Imagine o crime, o colesterol e a tristeza se dissipando ao mesmo tempo que uma nação de corredores finalmente encontrasse a sua trilha. Mais do que corredores olímpicos, mais do que as vitórias e os recordes, esse seria o legado de Joe Vigil”

Forrest já sabia que correr era solução para quase todos os nossos problemas...


2 comentários:

  1. Simplesmente espetacular esse trecho do filme. Forest Gump é um dos melhores filmes que já assisti. A corrida, o encontro com John Lennon, a delação de Watergate, e a compra de umas ações de uma empresa de frutas (Apple) são ingredientes que marcam uma história. Parabéns pela lembrança. Bj

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    1. Forrest Gump é mesmo um filme espetacular!
      E como não podia deixar de ser, foi vc que me "apresentou"!
      Beijos!

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