domingo, 30 de junho de 2013

Monitorando meu treino de 25km

Como disse pra vocês em algum post anterior, uma das etapas do meu treinamento consiste em conectar o Garmin no computador, e colocar o hiperlink na minha planilha, para que o Marcão possa acompanhar meu treino.

O Garmin é um relógio com GPS, que vem com um frequencímetro. Correr com ele revolucionou a minha corrida e de todos os corredores que dele já viraram dependentes. Isso porque com o Garmin nós não temos apenas um cronômetro: nós podemos saber exatamente com quantos quilômetros estamos, a que ritmo estamos correndo naquele exato momento, quando completamos cada quilômetro e qual foi o ritmo médio dele, além da frequência cardíaca, elevação de todo percurso, o gasto calórico. Sem contar que você pode configurar o relógio para marcar suas pausas e recomeços automaticamente, ou para apitar ou marcar outras distâncias. Bom, há uma infinidade de funções. E o mais legal foi quando comecei a treinar com o Marcão e ele me "apresentou" ao Garmin Connect. Você conecta seu Garmin no computador e pode ver todos os detalhes da sua corrida ali, inclusive o mapa do percurso por onde andou. Até se você correr um pedaço em zig-zag, aproximado o mapa, é possível ver o zig-zag! É realmente incrível!

Assim como compartilho com o Marcão, estou compartilhando com vocês, no link abaixo, o meu treino de hoje para que possam entender isso que expliquei acima:

http://connect.garmin.com/activity/335678021

Hoje fiquei bem contente. Corri 25km, em 2h28min, numa média de 5min56s por quilômetro. Ou seja, abaixo de 6min por quilômetro (ou para quem não está acostumado com essa linguagem, numa velocidade acima de 10km/h). A proposta do Marcão era que eu corresse os 10 primeiros quilômetros no ritmo de 6:10, os outros 10 no ritmo de 5:50, e os 5 últimos no ritmo de 5:45. Amanhã terei skype com o Marcão, daí  saberei o que ele achou, mas eu já fiquei bem feliz.

Um agradecimento ao meu pai que tirou fotos antes e durante o treino, à minha mãe que também estava correndo e com quem cruzei várias vezes no percurso, e ao meu irmão Lucas que me acompanhou do quilômetro 10 ao 20! Hoje o parque era nosso. Uma delícia correr com esse clima fresquinho, que não desgasta tanto, e que afasta aqueles que só vão ao parque nos domingos de sol!

Obs.: Um amigo pediu dica de qual Garmin comprar. O modelo do meu é o Forerunner 310XT. Ele é um modelo um pouco mais antigo, mas que não perde pros outros, a não ser que você também queira usar para nadar (nesse caso, precisará de um a prova d’água). Se não, pelo custo-benefício do Garmin Forerunner 310XT, recomendo!

Obs. 2: Existem outras marcas com quase as mesmas funções do meu relógio Garmin: Polar, Suunto, Timex, Nike, entre outros, sem contar apps de celulares, mas eu treino e gosto do Garmin.

sábado, 29 de junho de 2013

Meus pés, meus queridos pés!

No fim de semana passado achei que estava com um olho de peixe!

Doía de pisar no chão! Mas mesmo assim corri meus 22 km no domingo. Na corrida até me esqueci do provável olho de peixe.

Na volta, precisava descansar, mas no fim da tarde liguei numa daquelas clínicas de podologia que a gente encontra no shopping. Eu tinha que resolver aquele incômodo o quanto antes!

Pelo telefone, eles já tinham me alertado que talvez não fosse olho de peixe. Pois não era.

Sentei numa cadeira confortável. A Dona Nilda disse que não era olho de peixe. Raspou aquele calo ou sei lá o que era... e disse que não tinha conseguido encontrar nada ainda. Talvez fosse um corpo estranho que acabou inflamando. Ela perguntou se eu queria fazer os pés. 

70 reais. Ela lixaria os pés, as unhas, arrumaria aqueles calos, e cauterizaria o tal “não-olho-de-peixe”.

Há tanto tempo que eu mesma fazia minhas unhas... Ali, naquela hora pensei: “eu mereço, meus pés merecem!”

A Dona Nilda cortou as unhas, lixou, lixou o pé com um aparelhinho que fazia um barulinho e girava... meu pé ficou lisinho, sem aqueles pontos de calo, sem os resquícios de bolhas... Depois ainda passou creme, fez massagem... E passou um ácido pra queimar qualquer coisa que pudesse ter causado o tal olho de peixe.

Foi um presente que dei pros meus pés, meus queridos pés que me aguentam o dia inteiro.

Recomendo para todos os corredores!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Corre-corre-corre... uhuhuhu!

Preenchendo formulários para o visto canadense!
Já tá tarde de novo e amanhã cedo tenho treino!
Faltam 2 meses para a maratona de Quebéc!!

=O
Vou dormir, deixando uma música clássica para esse corre-corre danado...


domingo, 23 de junho de 2013

MAR-(I)(ATO)-NA

Hoje, brincando com as palavras, descobri que entre mim, “MAR- I –NA” e a tal da “MAR – ATO – NA”, existe apenas um hiato. E hoje, esse hiato tem a duração de apenas 2 meses e 2 dias. O tempo passou, mas de forma muito produtiva.

Sobre o treinamento pra maratona, o Marcão tinha nos lançado a pergunta: “Vão encarar ou vão afinar?” Em 21 de janeiro, meu pai respondeu: “A resposta de todos aqui de casa é: Vamos encarar!" (todos éramos eu, meu pai e meu irmão... minha mãe tinha escapado dessa!). Daí, tivemos um tempinho para nos alinharmos tecnologicamente: criamos emails, respondemos relatório, trocamos telefone e marcamos um primeiro skype.

Para começo de conversa, minha primeira conversa no skype com o Marcão durou cerca de 1 hora e meia, se não mais. Ainda era tudo uma grande novidade. Anotei um monte de coisas, como numa aula instigante, em que você não quer perder nenhum detalhe. Depois dessa primeira “aula” eu já tinha uma série de lições de casa. O Marcão cercou por todos os lados.

Escaneei e mandei pra ele meu ergométrico (feito em novembro de 2012) e exames gerais feitos em 2007. Estava na hora (ou passava dela) de retomar a ida aos médicos!

Tirei foto do meu treino na academia, e mandei pro Marcão. Marquei nova avaliação física com o Carlinhos, para que ele montasse um treino focado na maratona.

Marquei ortopedista, endocrinologista, e nutricionista. Fiz raios x, escanometria óssea, exames de sangue, bioimpedância (que analisa sua composição corporal), e fiz (e faço) dieta.

Como eu já sabia, a escoliose (de origem hereditária no meu caso), continuava lá, assim como aqueles milímetros de diferença de uma perna pra outra. O Dr. Sidney, que além de ótimo ortopedista é triatleta, disse que eu deveria voltar a fazer RPG (reeducação postural global), e usar palmilha.

A endócrino, Dra. Vera, disse que meus exames estavam ótimos (quase que não poderiam estar melhores).

A Alessandra, nutricionista, ficou contente que, depois de um mês de dieta, perdi cerca de 3,5kg de gordura, sendo que na balança eu havia perdido 1,8kg (ou seja, tinha ganhado massa magra).

Em casa, passei a medir a frequência basal. Pelo menos 3 vezes por semana, anotava meus batimentos cardíacos ao acordar.

Enquanto tudo isso... eu treinava. Escolhi o período da manhã, antes de ir de trabalhar.

Terça, sábado e domingo eram reservados pra corrida. E domingo era dia de treino mais longo. Segunda e quarta eu ia à academia do clube Ipê. Quinta era meu “day off” (meu irmão diz que é muita moleza). Sexta fazia spinning, ou quando acordava cansada (por ter aula às quintas à noite), fazia apenas uma bicicleta ergométrica no prédio.

E foi mais ou menos assim que comecei essa séria brincadeira...

terça-feira, 18 de junho de 2013

Por passeatas de corrida

Em tempos de se correr atrás de um mundo melhor, lembrei-me de uma passagem do livro “Nascido para correr”, de Christopher McDougall, em que ele conta de um famoso treinador americano, Joe Vigil, o qual passou a analisar uma série de aspectos a respeito da corrida ao longo da evolução humana. Segue um trecho do desenvolvimento de sua teoria (p.136-138), quiçá utópico, mas... que tal imaginar?

“Talvez todos os nossos problemas – violência, obesidade, doença, depressão e tristeza que não conseguimos superar – tenham começado quando paramos de viver como o povo corredor. Ao negar nossa natureza, ela irrompeu de outra forma, e não tão bonita.
(...)
Que tal se conseguíssemos correr por várias décadas sem nos ferir? Ultrapassar centenas de quilômetros a cada semana gostando da atividade? Além de ver a taxa de batimentos cardíacos se estabilizar, o nível de estresse e de raiva caírem conforme a nossa energia aumentasse? Imagine o crime, o colesterol e a tristeza se dissipando ao mesmo tempo que uma nação de corredores finalmente encontrasse a sua trilha. Mais do que corredores olímpicos, mais do que as vitórias e os recordes, esse seria o legado de Joe Vigil”

Forrest já sabia que correr era solução para quase todos os nossos problemas...


domingo, 16 de junho de 2013

Quando a maratona veio à tona

Como vocês já viram, a corrida corria pelo gene da família... Até a cachorra não escapou dessa sina! E olha que ela não é nenhum galgo (aquele cachorro magro de pulmão grande), nenhum golden ou labrador, mas uma mini schnauzer! Pois é, certa vez minha mãe correu 10km com ela! (e você aí dizendo que não aguenta nem 5km! rs)

Se a minha cachorrinha podia correr 10km, achei que, aos 25 anos,  eu poderia correr uma maratona.

O grande culpado era meu pai, que tem 11 maratonas no currículo, e melhor tempo de 3h20 (ritmo de 4min44s por km!). Foi ele quem me ensinou a correr, agora era ele quem me diria que eu poderia per-correr 42km...

42 era um sonho que eu ainda pensava ser distante. Mas quando comecei a fazer vários treinos de 21, quis quebrar esse recorde. Foi num domingo, sozinha, sem compromisso pro resto do dia, que completei 25km. Dali uns meses, 27km. Véspera de Natal, mais um 25km. Daí eu comecei a acreditar na maratona como algo mais próximo. Isso porque, para se correr 42, você treina até 30km, ou um pouquinho mais que isso, dependendo do treinador.

E falando em treinador... Esse era o momento para procurar um. Por algum tempo, meu pai pensou em me treinar. Mas daí já viu, viveríamos brigando (mais! rs)

A sorte é que ele mandou um email pro Marco Antônio Oliveira, o Marcão, um expert em corridas de longa distância, com quem ele havia treinado anos atrás. E o Marcão disse que treinaria a gente...

(A gente? Pois é... todo mundo corria, não? Lá estava o Lucas dizendo que queria fazer uma maratona naquele ano! E mais: a dele talvez viesse antes da minha! Confesso que de início tive um ataque de ciúme, ou sei lá o que! (O plano era meu!) Mas depois foi maravilhoso saber que meu irmão dividiria comigo esse sonho e tudo o que estava por vir. Ah, e claro, meu pai, recuperado das lesões, já estava pensando na 12ª maratona!)

"Vão encarar ou vão afinar?" Com essas palavras do Marcão, A MARATONA VEIO À TONA!

Detalhe: o Marcão (Marco Lóng) mora em Xangai, na China. Trata-se de um treinamento à distância, com um acompanhamento que parece que ele está ao meu lado. Emails. Skype semanalmente. We chat (espécie de whatsapp) quase todo dia. Planilhas no computador. Garmin Connect acompanhando todos os meus passos... Aaaah, o século XXI...

Nos próximos posts vou contar como funciona meu treinamento.

Até lá!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Encontrando o tempo

- E a vida? - me perguntavam.
- Corrida. Em todos os sentidos.

Dorme, acorda, mede a frequência basal.
Café da manhã, chá verde pra ficar acordada a tarde, frutas, sanduiche.
Roupa, salto, brinco, relógio, bolsa. 
Garmin, frequencímetro, ipod, whey.

Parque, banho, - Aaai, to atrasada!!
- E ainda tem que secar o cabelo!!

- Todo dia 10, 11 e 12 o Almir vem pra São Paulo, mãe. Vou cortar. Você também? Então combinado, já falei pra ele que vamos na terça.

Meus cachos ao vento, minhas luzes no sol... deixa tudo pra depois da maratona. É que a vida anda (corre) corrida...

Cabelo cresce.
É tudo uma questão de tempo!

E o tempo também está correndo. Interesses comuns, viramos amigos.

Empatia, sabem como é, nessa noite cortei o cabelo e o tempo disse que seríamos namorados... 

Amanhã espero ganhar um presente do tempo: um pouco mais de tempo!


domingo, 9 de junho de 2013

Como tudo começou

A corrida apareceu na família com meu tio Paulo, que incentivou meu pai, que se casou com minha mãe. 

Dessa história de amor, dois espermatozoides fecundaram óvulos. O primeiro que ganhou aquela corrida deu origem a mim. Dois anos e meio depois, o vencedor da corrida deu origem ao meu irmão. Desde muito cedo, sabíamos que pra viver, era preciso correr!

Após o casamento, meu pai pôs minha mãe pra correr (apenas literalmente, ainda bem!). Esse também seria o destino dos dois filhos, tão logo suas articulações estivessem preparadas para a prática da corrida. Antes de isso acontecer, no entanto, todo santo domingo, eu e o Lucas éramos acordados para andar de bike, acompanhando meu pai e minha mãe em sua corrida. (Nos domingos de manhã, muitos iam à missa. Nós íamos ao Ibirapuera, e essa atividade também era sagrada).

Mas, nem sempre tudo foi flores... A preguiça ainda fazia parte do meu dicionário e muitas vezes eu torcia para que eles fossem correr e me deixassem dormindo. Depois de um tempo, a bike começou a ficar em casa, e comecei a correr com meus pais. Por volta dos 10 anos de idade, meu pai, já então diretor da CORPORE (associação de corredores que organiza corridas de rua), me levava para corridas infantis. Muitas vezes, porém, isso tudo ainda era algo parecido com uma obrigação. Como minha mãe sempre dizia, corríamos por “livre e espontânea pressão”! 

E depois de “aquecida” nessa panela de pressão, comecei a pegar gosto pela coisa.

Lá por volta dos meus 15 anos, passei a correr de verdade. Não que antes fosse de mentira, mas é que dali em diante, a corrida passou a fazer parte da minha vida de um modo meu. A decisão de correr já não era dos meus pais, mas minha. O incentivo continuaria sempre (e certa cobrança também), mas eu já sabia da importância da atividade física...

Como toda menina, fiz balé. Depois tentei ginástica olímpica, jazz, vôlei e tênis (esses dois últimos, ninguém jamais diria!)... Fiquei um bom tempo na natação. Fiz dança contemporânea e karatê. Na faculdade, experimentei até o judô. E durante todo esse tempo, a corrida sempre esteve ali...

Como já faz 10 anos, e daquela época não temos tantos registros, é difícil dizer quando fiz meus primeiros 6, 10, 15, ou 21km...

Sei que no final de 2006, corri uma São Silvestre (15km), debaixo de muita chuva. Lembro-me de passar pela Sanfran e dizer: “Mãe, olha a minha escolinha!”... Dois meses depois isso seria realidade. E foi então que eu entrei para a Equipe Flecha, como fundista. Em 2007 e 2008, eu não faltava por nada aos treinos  de atletismo (no belo horário das 22h à meia noite). A questão é que em 2009 decidi que esses treinos não correspondiam exatamente ao que eu mais gostava: correr longas distâncias. (As provas femininas de fundo mais longas tinham 3km.)

Sei também que em abril de 2008 corri minha primeira prova de meia maratona, pela CORPORE (agora todos vocês já sabem que se a maratona tem 42km, a meia tem 21km).

Pois bem, esse era só o começo... Nem fácil, nem tão difícil, mas certamente uma largada.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Minha primeira maratona

Sempre gostei de escrever, mas me faltava um mote sobre o qual eu pudesse “dis-correr”...

E por falar em correr... Acabo de fazer a inscrição para a maratona de Quebéc, no Canadá!

Faltam menos de três meses e cá estou, me recuperando de uma pancada no joelho que me custou duas semanas parada (custou também uns 90 reais que gastei numa sapatilha – já que trabalhar de salto estava fora de cogitação).

Talvez a minha história de preparação pra maratona estivesse precisando de certa dose de “emoção”...

Afinal de contas, nas aulas de Português (num passado quase remoto), aprendi que não há narrativas que se prezem destituídas de clímax. Ora bolas, bolhas e unhas pretas nos pés não representavam grandes “conflitos”, e foi aí que entrou a queda! Pra me fazer refletir sobre algo que eu poderia estar fazendo de errado? Pra instituir um descanso forçado? Ou simplesmente pra que eu aprendesse a me levantar, e ter paciência? Acho que de tudo um pouco.

Corro desde que me entendo por gente, mas treinar para uma maratona é diferente de apenas correr. Vou me arriscar a dizer que essa é uma experiência que influencia e determina todo o seu estilo de vida. A maratona estava no papelzinho que coloquei no pote de desejos do ano novo. A maratona estava nas manhãs que começavam mais cedo, na academia ou no parque, e também na grande maioria das noites em que eu escolhia não sair. A maratona havia virado até senha para ligar o computador. Ela já fazia parte de mim. E eu precisava fazer parte dela.

Cabe aqui um parênteses para que todos aprendam, de uma vez por todas, o que é uma maratona, em seu sentido literal. A Maratona é uma corrida com a distância oficial de 42,195 km. Seu nome surgiu a partir de uma lenda grega, em que o soldado ateniense Pheidíppides foi incumbido de percorrer a distância de aproximadamente 40 km que separava a planície de Maratona até Atenas, para lhes levar a notícia de que seu exército havia vencido o dos persas. Conforme essa versão, após cumprir essa missão, Pheidíppides  teria morrido de exaustão.

Na lenda, “morrer de exaustão” era literal. Acontece que na vida real, “morrer de exaustão” é uma ótima metáfora para a sensação que os maratonistas dizem sentir.

Se correr maratona fosse fácil, tava todo mundo correndo. Só que não! (acho graça nessa expressão)

Mas também não é que correr maratona seja a coisa mais difícil do mundo! Longe disso! Pelo livro que está na minha cabeceira (“Nascido para correr”, de Chistopher McDougall), descobri o mundo dos tarahumaras e dos ultramaratonistas. 160km, subidas, meio do mato, perigos da natureza selvagem, corridas no deserto, sob o sol escaldante, sobre o piso fervente... No mínimo, esses personagens reais eram loucos, penso eu! (mas como eu admiro e adoro esses loucos!)

Bom, já entrei nessa sensata loucura de querer correr uma maratona e agora vou tentar contar um pouquinho disso para vocês.

Espero encontrá-los aqui no blog, ou correndo por aí...