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sábado, 28 de janeiro de 2017

Treinando em casa com Fitness Blender

Só correr não é suficiente. A gente sempre precisa ter atividades que complementem a corrida, dando o fortalecimento que será necessário para não nos machucarmos, já que correr é uma atividade de muito impacto. 

Fortalecer a musculatura da perna é essencial para que não haja uma lesão no joelho, por exemplo.

Mas, como fortalecer?

Você pode ter um personal, que te acompanhe na musculação, monte um treino específico para você, te corrija sempre, e troque seu treino regularmente. Você pode se inscrever em uma academia, e treinar musculação. Ou você pode fazer aulas de treino funcional, ou pilates. Ou ou ou...

Mas daí alguém pode argumentar que não faz nada disso por questões financeiras; de más condições climáticas; de horários de trabalho complicados...

Seja lá qual for o motivo (ou a desculpa), vim trazer uma solução:


Nesse site você pode selecionar o tipo de treino que quer fazer. Há campos em que você pode definir:
- tempo mínimo e máximo, conforme sua disponibilidade;
- nível de dificuldade (de 1 a 5);
- parte do corpo a ser trabalhada: corpo todo, upper body, lower body e/ou core;
- tipo de treino: alongamentos, força, equilíbrio, tônus muscular, cardio, pilates, etc;
- usar algum equipamento que eventualmente tenha em casa ou selecionar "no equipament".

Enfim, depois de indicar os filtros, eles te apresentam uma gama de vídeos dentro dos seus requisitos e então você pode escolher o vídeo. Eu, inclusive, abro o vídeo na tela cheia e passo para a televisão, por meio do chromecast (google home), ou ligando o computador na TV pelo cabo HDMI.

Também é possível se registrar no site do Fitness Blender, salvar ali seus treinos favoritos, e até adicionar os treinos a um calendário. Achei bem organizado! Quem dá os treinos é um casal muito simpático, Kelli e Daniel. Há treinos só com ele, só com ela, e outros com os dois juntos. Infelizmente as aulas são apenas em inglês, mas não é preciso ser fluente para entender o necessário.

Tenho alternado meus treinos de corrida com treinos que encontro no Fitness Blender, e gosto bastante!

Novamente, não é o melhor dos mundos, não é como ter um professor te corrigindo, mas, vale aquela máxima: "O bom não pode ser inimigo do melhor". 

De qualquer forma, recomendo que, ao menos, conversem com profissionais para saber de suas necessidades, e se precisam evitar algum tipo de exercício (eu sempre evito alguns de alto impacto, porque a corrida já tem muito impacto e porque já tive condromalácia patelar).

Enfim, fica a dica para se manterem em movimento, sem desculpas. E, de quebra, vocês treinam inglês!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Testei o Asics FuseX para a Sport Life Brasil

De volta a São Paulo, de volta ao parque Ibirapuera, retomando treinos, retomando o blog, repensando em objetivos de vida (e, como não poderia deixar de ser, da corrida!)

Segue mais um bom tênis lindo que testei para a revista Sport Life. Obrigada mais uma vez pela oportunidade de fazer o teste, Amanda Preto!


domingo, 23 de junho de 2013

MAR-(I)(ATO)-NA

Hoje, brincando com as palavras, descobri que entre mim, “MAR- I –NA” e a tal da “MAR – ATO – NA”, existe apenas um hiato. E hoje, esse hiato tem a duração de apenas 2 meses e 2 dias. O tempo passou, mas de forma muito produtiva.

Sobre o treinamento pra maratona, o Marcão tinha nos lançado a pergunta: “Vão encarar ou vão afinar?” Em 21 de janeiro, meu pai respondeu: “A resposta de todos aqui de casa é: Vamos encarar!" (todos éramos eu, meu pai e meu irmão... minha mãe tinha escapado dessa!). Daí, tivemos um tempinho para nos alinharmos tecnologicamente: criamos emails, respondemos relatório, trocamos telefone e marcamos um primeiro skype.

Para começo de conversa, minha primeira conversa no skype com o Marcão durou cerca de 1 hora e meia, se não mais. Ainda era tudo uma grande novidade. Anotei um monte de coisas, como numa aula instigante, em que você não quer perder nenhum detalhe. Depois dessa primeira “aula” eu já tinha uma série de lições de casa. O Marcão cercou por todos os lados.

Escaneei e mandei pra ele meu ergométrico (feito em novembro de 2012) e exames gerais feitos em 2007. Estava na hora (ou passava dela) de retomar a ida aos médicos!

Tirei foto do meu treino na academia, e mandei pro Marcão. Marquei nova avaliação física com o Carlinhos, para que ele montasse um treino focado na maratona.

Marquei ortopedista, endocrinologista, e nutricionista. Fiz raios x, escanometria óssea, exames de sangue, bioimpedância (que analisa sua composição corporal), e fiz (e faço) dieta.

Como eu já sabia, a escoliose (de origem hereditária no meu caso), continuava lá, assim como aqueles milímetros de diferença de uma perna pra outra. O Dr. Sidney, que além de ótimo ortopedista é triatleta, disse que eu deveria voltar a fazer RPG (reeducação postural global), e usar palmilha.

A endócrino, Dra. Vera, disse que meus exames estavam ótimos (quase que não poderiam estar melhores).

A Alessandra, nutricionista, ficou contente que, depois de um mês de dieta, perdi cerca de 3,5kg de gordura, sendo que na balança eu havia perdido 1,8kg (ou seja, tinha ganhado massa magra).

Em casa, passei a medir a frequência basal. Pelo menos 3 vezes por semana, anotava meus batimentos cardíacos ao acordar.

Enquanto tudo isso... eu treinava. Escolhi o período da manhã, antes de ir de trabalhar.

Terça, sábado e domingo eram reservados pra corrida. E domingo era dia de treino mais longo. Segunda e quarta eu ia à academia do clube Ipê. Quinta era meu “day off” (meu irmão diz que é muita moleza). Sexta fazia spinning, ou quando acordava cansada (por ter aula às quintas à noite), fazia apenas uma bicicleta ergométrica no prédio.

E foi mais ou menos assim que comecei essa séria brincadeira...