segunda-feira, 21 de abril de 2014

Correndo aos pés dos Alpes

Uma semana antes da maratona deles e da minha meia, treinamos um pouquinho em Lucerne,  na Suíça, com essa vista sem gracinha... rs






quarta-feira, 16 de abril de 2014

Minha primeira maratona reprisada em cores

Sete meses depois de concluir a minha primeira maratona, em Québec, ganhei dos meus pais um dos melhores presentes de aniversário: o pacote completo das minhas fotos e do vídeo da chegada!

(Ah, e correr a maratona com meu pai foi, além de bom, por todo o apoio que já descrevi, econômico, considerando que ao comprar fotos pra mim, ele também já ganhou fotos dele! rs)

E agora tenho fotos correndo a maratona! Assim posso provar pra vocês que eu corri mesmo aqueles 42,2km! Às vezes até eu mesma duvido... rs

Uma coisa que percebi foi que só tenho fotos da segunda metade da prova... na verdade, acho que nos últimos 12km! E isso foi golpe baixo deles! rs

Não pensem que eu estava com esse sorriso sofrido na prova inteira! =) Mas, no final das contas, ainda eram tentativas de sorrisos! =D

E aqui eu deixo as fotos correrem e sorrirem por mim...


















terça-feira, 15 de abril de 2014

Brincando de correr

Duas semanas antes da meia maratona de Dusseldorf, havia uma meia maratona por aqui...

Meu treinador já havia dito que focaríamos em Dusseldorf, e por isso não era para eu correr a meia da Corpore no dia 13 de abril... Eis que recebo um email do meu pai dizendo que tinha feito inscrição para mim... Conversei com o Marcão, e ele concordou que eu corresse, desde que eu apenas usasse a provinha como um treino e não fosse lá pra "fazer tempo". Eu precisava estar descansada para Dusseldorf. O combinado foi manter o ritmo de 6:10 (= 6min e 10s por km). 

Experimentei algumas sensações incríveis ao longo desses 21,1km de ontem...

Em um treino qualquer, correr uma meia no ritmo de 6:10 seria muito bom (para mim). Incrível como em uma provinha 6:10 parecia tãaao tranquilo, tão devagar! rs Eu via corredores passando por mim e queria acompanhá-los, mas eu precisava conter essa vontade e foi então que descobri que segurar o ritmo em uma prova é quase tão difícil quanto dar o seu melhor! É incrível o quanto a adrenalida mexe com a gente! E ela tem tanto poder que nos deixa com super poderes também! :)

Como eu estava indo mais devagar do que poderia, o tempo também se demorava, e a prova parecia mais longa... Sem música e sem companhia, eu corria observando os outros corredores, observando a minha postura e minha própria corrida, e sorrindo para todas as fotos que apareciam! =D

Lá pelo km 10, encontrei um corredor que corria descalço. Ele era da Bolívia (ou Colômbia!)... Na hora entendi errado, ele me corrigiu e acabei ficando com os dois países na cabeça! Ele morava aqui e já estava correndo descalço há uns 8 meses. Logo adivinhei que ele havia lido o "Born to Run" do Christopher McDougall. Ele contou que logo gostaria de correr uma maratona, e descalço! 

No meio da meia, uma foto corrida
Continuei minha corrida solitária e observativa e encontrei meu amigo Vaine, que estava correndo bem mais rápido, mas largou atrasado, por isso estava cruzando comigo ali pelo meio da corrida. Ele tirou algumas fotos enquanto corríamos, conversamos um pouco e ele apressou o passo dele, enquanto eu segurei o meu.

Eu não estava mantendo o ritmo de 6:10... Estava mais entre 6:05 ou 6:06... 

Faltando 1km para completar a prova, eis que vinham correndo meu pai e meu irmão, que estavam aumentando o percurso, já que eles tinham treino de 30km no dia. Junto com eles, vinha outro corredor que estava correndo 35km naquele dia: Tadeu Guglielmo. Ele já correu maratonas nos 7 continentes e agora está treinando para a Two Oceans, uma famosa ultramaratona, com distância de 56km, que ocorre na Cidade do Cabo, África do Sul. E que, por sinal, será agora no dia 19 de abril! Boa sorte para o Tadeu e para a Andréa Corrêa que também correrá a Two Oceans!

Nem preciso dizer que acompanhando os três feras, corri esse último km bem mais rápido do que deveria, né? rs Assim, segurando o quanto pude, fechei a meia (21,1km) para 2:08:03, com média de 6:04min/km. E foi assim que corri uma meia maratona brincando. Tudo pela meia de Dusseldorf que está chegando!

Final do meu "treino" de 21km e treino de 30km deles. Conversando com o amigo Yves, tesoureiro da Corpore

E agora estou contando os dias para ficar de férias e viajar com os meus meninos!

Selfie com eles: pai maratonista e irmão quase-maratonista

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Oktoberfest em abril! #partiu

Hoje faltam exatamente 20 dias para o meu irmão virar maratonista!

Meu pai correrá a maratona com ele, como correu comigo em Québec, no dia 25 de agosto do ano passado.

Eu também pretendo acompanhá-los, mas só até o quilômetro 21, onde terminarei a minha prova.

O cenário dessa vez será Düsseldorf, na Alemanha. E no final dos 42km, estarei esperando meus dois maratonistas com uma cerveja para cada um!



Segue um vídeo da cidade para quem tiver curiosidade! Não encontrei em português, então coloquei esse aqui em espanhol.


Mais uma vez, seremos corredores viajantes! E dessa vez tentarei mandar notícias e fotos de lá!

E hoje faltam exatamente 10 dias para viajarmos!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Um pouquinho de nutrição, por Marcela Kotait

Ontem ouvi a entrevista de uma amiga nutricionista e gostei tanto que precisava compartilhar com vocês!

Só pra dar o gostinho... seguem algumas coisinhas do que ela nos diz:

"- Você acredita nessa frase, que a gente é o que a gente come?
- Não, eu acho que a gente é muito mais do que o que a gente come. E acho que comer é uma parte muito importante, mas não pode ser a parte mais importante da nossa vida."

(...)

"- O que a gente vê hoje é essa avalanche de produtos novos e suplementos alimentares que muitas vezes não se adéquam ao meu organismo. Então, a gente sabe que existe essa exposição muito grande de novos produtos por pessoas não sempre capacitadas, e a gente sabe de muitas histórias de efeitos colaterais. Então, tem muita gente que acaba seguindo essas pessoas pelo instagram, por qualquer outra rede social, e que depois acabam tendo prejuízos importantes pra saúde."

Com a palavra, Marcela Salim Kotait:

terça-feira, 25 de março de 2014

Num piscar de olhos

Dia desses, meu irmão recebeu uma mensagem muito gracinha da espanhola que conheceu no intercâmbio na França...

Ela lhe disse:

"je ferme les yeux et je peux te voir ici, à côté de moi, mais après, quelques secondes après, j'ouvre les yeux et tu es déjà parti! 
tu cours trop viiite! ahaha"

Em português seria:

eu fecho os olhos e eu posso te ver aqui do meu lado, mas depois, alguns segundos depois, eu abro os olhos e você já partiu! 
você corre muito ráaaapido! ahaha


#ficaadica pra quem quiser falar algo bonitinho para uma pessoa querida que corre! ;)

domingo, 16 de março de 2014

W Run: Abra suas asas, solte suas feras!

Como contei pra vocês, por ora não estou treinando para outra maratona... e decidi melhorar meus tempos em distâncias menores... Nem sabia qual era meu melhor tempo em cada distância e, treinando com o Marcão, começamos a anotar tudo isso. 

Corri a maratona em 25/08/13. E, depois de muito tempo sem correr provas com menos de 21km, em 17/11/13, corri a São Paulo Classic da Corpore para 55:09:71. Meu Garmin marcou que eu havia percorrido 10km e 100m nesse tempo, me dando uma média de 5:27 (isto é: 5min27s por km).

O Marcão havia sugerido que eu corresse a provinha da WRun. Era feminina e tinha distância de 4 ou 8km. Hmm... 8km era uma boa pedida para melhorar velocidade. Então, por que não? Fiz a inscrição em 15/01/14. Minhas amigas tentaram se inscrever um mês depois (que era um mês antes da prova), mas já tinha esgotado! (É sempre bom planejar com antecedência)

Chegou o dia. Acordei às 6h15 deste domingo e vesti a roupa que já deixara separada na noite anterior. 


No café da manhã antes de provas, meu treinador diz que é bom seguir aquilo a que já estamos acostumados no dia a dia. Então, resolvi preparar minhas duas recentes "descobertas": tapioca e suco verde. 

Tenho certa resistência a algumas coisas que viram "moda"... mas, as corridas de rua também estão em alta, e antes dessa "moda" pegar eu já corria. Por isso, se falavam tanto de suco verde e de tapioca, alguma coisa de bom eles deviam ter...

Hoje meu irmão teria treino de 28km (ele quem está treinando para a sua primeira maratona dessa vez!) e meu pai, de 19km. Estava combinado, eles me deixariam no Jockey para a WRun e iriam treinar na USP, que é lá do lado.

Esperando o tiro da largada


Eles me deixaram próximo da largada, mas, como estava tudo parado, ainda precisei percorrer um bom pedaço a pé. Fui trotanto até a largada da prova. E isso já garantiu o meu aquecimento! Antes de largar eu já estava suando!

Assim que larguei, precisei ir me embrenhando entre os espacinhos mínimos que sobravam entre corredoras e caminhantes, mas logo consegui sair daquela aglomeração e desenvolver ritmo.

Como eu já havia feito nas minhas últimas provas: de 21km e de 10km no ano passado, meu treinador disse para eu correr sem olhar pro relógio! Dei start no Garmin e, como não o cobrira com micropore dessa vez, virei ele pra baixo e contive a minha ansiedade para não olhar!

No último fim de semana do verão, fazia um calor absurdo desde às 7h30 da manhã. Na rua os relógios marcavam 29 graus! Hidratação era mais do que obrigatória! Dois ou três golinhos de água a cada posto. Precisei desperdiçar o resto dos copinhos, porque mais água do que o necessário, apesar de ser uma delícia no calor, atrapalha o rendimento.

De uma coisa eu senti falta durante o percurso: gente aplaudindo, torcendo, gritando. Foi uma corrida um tanto quanto silenciosa. Acho que isso também tinha a ver com o fato de eu estar correndo sem muita gente ao redor... E por esse lado, era ótimo... mas, logo eu encontraria uma legião de mulheres vestidas de rosa... nos 2km finais, os percursos de 8 e de 4km se juntavam... ou seja, de novo eu precisava procurar espaços para correr, dentre corredoras e uma infinidade de caminhantes. Isso não é o ideal.

Mas pra quem já correu maratona, 8km passa num piscar de olhos e logo avistei a contagem regressiva dos 500m, 400m, 300m, 200m, 100m... e ela, a sempre esperada: linda linha de chegada!

Parei o Garmin para ver meu tempo... e... cadê?! Meu Garmin marcou apenas 2,92km! Em algum momento o GPS perdeu os satélites e agora eu não saberia qual o meu ritmo de cada km... Paciência. De acordo com o relógio da prova, eu sabia que tinha concluído em menos de 43min e isso superava as minhas expectativas!

Estou à direita, de boné rosa, olhando para o Garmin.

Precisava esperar até checar o tempo marcado pelo chip no site da corrida.


Assim que cheguei em casa, uma mensagem no celular trouxe a melhor notícia:


Se eu tivesse feito em 44min, significaria um ritmo de 5:30 por km... Fui logo ligar o computador e abrir a planilha do Marcão, para fazer a conta! 8km em 42min37s = média de 5:19 por km!!!! Caramba!! Nunca tinha corrido/voado assim! E com aquele sol de rachar! Foi bom, foi ótimo, foi recorde pessoal! 

E que venha a meia maratona de Dusseldorf na Alemanha, para a qual me inscrevi hoje!

terça-feira, 11 de março de 2014

A química do açúcar

Quem é que não gosta de doce? 

A Marisa Monte tem uma música relativamente nova em que junta vários doces... Assim como os doces, a música é bem gostosa, como vocês podem ver abaixo... 



Masss...

Quanto mais açúcar comemos, mais açúcar queremos, por isso, dar uma cortada na quantidade é bem importante, porque ele provoca vício. (Eu que o diga! Estou há um tempo sem comer doces e, assim, a necessidade também diminui.)

Vejam que interessante o vídeo abaixo sobre como o açúcar afeta o nosso cérebro! (meu pai mandou e eu precisei compartilhar com vocês!)


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Conversa corrida com José Reynaldo Figueiredo

Hoje trago para vocês a primeira entrevista de muitas que publicarei aqui no blog!

Para começar, escolhi aquele que me apresentou ao mundo da corrida: José Reynaldo Figueiredo, o meu pai.

José Reynaldo Figueiredo, 55 anos, cirurgião-dentista, diretor técnico da Corpore Brasil, 12 maratonas completadas, mais de 60.000km rodados (1 volta e meia pela Terra)

Pai, quando você começou a correr?

JRF: Sempre gostei de jogar futebol, e para ter uma boa performance, eu vivia correndo. Mas a corrida entrou pra valer na minha vida quando entrei na faculdade. Em São Paulo, eu passei a acompanhar meu irmão Paulo no parque do Ibirapuera, para fazer “teste de cooper” (12min de corrida). Na época, nós dividíamos o Parque do Ibirapuera com carros e motos – algo inimaginável nos dias de hoje. Quando ia para Alfenas - MG, onde estudava, eu fazia treinos pela manhã, antes de ir pra aula. (No final da década de 70, não era comum correr pelas ruas sem um motivo aparente, especialmente no interior de Minas).


E depois da faculdade?

JRF: Bem, eu gostava muito de correr e ia para o Parque do Ibirapuera com um tio que se encontrava com um grupo de corredores, com o qual passei a treinar. Esse grupo foi, posteriormente, chamado de “Ibirapuera meio-dia”, devido ao horário em que treinávamos. Foi com o incentivo deles que corri minha primeira maratona, em 1985, em Santos.

Quais foram as suas maratonas?

JRF: Santos/85, Rio de Janeiro/86, Blumenau/90/91/99, Washington DC/92/93/97, São Paulo/96, San Diego/04, Disney/12, Québec/13.

Qual foi o seu melhor tempo? 

JRF: 3h20min, em 1992, em Washington DC (média de 4min45s/km)

E qual foi sua maratona preferida?

JRF: Não tenho uma preferida. A primeira foi especial, apesar de muito sofrida: largamos com 32o C. Em Washington DC fiz meu recorde pessoal. Em San Diego fiz minha inscrição na véspera e corri sem treino específico, mesmo assim foi ótima. Em 2012, uma semana antes eu estava na maca da fisioterapia e não tinha ideia se conseguiria correr, mas acabei fazendo um tempo muito bom. Em Québec, o percurso mais bonito e especial, porque corri do seu lado. 

A maratona é a sua prova preferida?

JRF: É a minha distância preferida e por isso eu gostaria de ter corrido mais maratonas.

O que te impediu?

JRF: Contusões, 4 cirurgias no joelho, 1 mestrado e 1 doutorado.

Quais são seus próximos desafios na corrida?

JRF: Já estou com passagem comprada para correr a maratona em Dusseldorf (Alemanha) ao lado do meu filho Lucas (será a primeira dele). Meu treinador, o Marcão, que mora na China, quer que eu vá correr em Xangai no final do ano. Verei se será possível. Agora, para o ano que vem, com 56 anos, a minha meta é correr os 56km da Two Oceans (prova na África do Sul que vai do Oceano Atlântico ao Oeano Índico). Parece uma boa combinação.

Como a corrida influencia a sua vida?

JRF: A corrida é a atividade física mais simples, barata e com resultados mais rápidos para a saúde. É meu tempo de colocar a cabeça em ordem. A corrida melhora minha condição física, me ajudando no trabalho, e é minha terapia. Na verdade, é o meu vício, mas é um “vício do bem”. 

Qual a sua opinião a respeito desse “boom” de corredores nas ruas, parques e academias?

JRF: Eu acho que chegou tarde, porque os benefícios da corrida são inúmeros. Eu me admiro com o fato de que isso tenha acontecido apenas agora. Nos Estados Unidos, década de 80, já se estimava que mais de 25 milhões de pessoas corriam regularmente. Ainda não temos nem 10% desse número de corredores, mas é inegável que o número aumentou. Só espero e desejo que isso não fique apenas como um modismo “para postar no facebook”.

Você tem alguma dica para quem gosta de correr?

JRF: Somando-se às dicas de praxe como fazer avaliação médica, controlar a alimentação e saber ouvir o seu corpo, é importante entender a corrida como muito mais do que uma mera atividade física. Ela também é uma tremenda atividade mental, e os benefícios dela advindos não se resumem a uma melhora em alguns minutos no seu tempo. Parafraseando James Fixx, não se preocupe com quantos anos a corrida vai aumentar em sua vida, mas com o quanto de vida ela vai aumentar em seus anos.

Você gostaria de fazer algum comentário final?

JRF: A corrida faz parte da minha vida. É quase tão importante como o meu trabalho. E fico muito feliz em ter passado isso para minha família, pois assim podemos correr juntos e compartilhar muitas emoções.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Minha história no site da Corpore

Corrida de 11km da Corpore
- Iguatemi Campinas
março de 2007
Após os 10km da São Paulo Classic, no ano passado, conheci a Jucélia, que trabalha no Marketing e na Comunicação da Corpore.

Recentemente ela sugeriu que eu contasse minha história na corrida para que ela publicasse no site da Corpore e lá está o começo da minha trajetória nesse mundo:

http://www.corpore.org.br/cws_exibeconteudogeral_5183.asp

Obrigada pelo espaço no site, Jucélia!

Obrigada por muitas das fotos, Watcha!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Entre-pistas; entre-vistas

Há uns anos, li um livro da Clarice Lispetor chamado "Entrevistas". Separando a palavra em duas, temos entre-vistas, o que faz todo sentido, pois ao ouvirmos experiências e opiniões (vistas) de quem está ao nosso redor, incrementamos o nosso modo de enxergar uma série de situações. Acrescentamos experiências dos outros às nossas próprias.

Por tudo isso, vou trazer, de tempos em tempos, entrevistas de gente como a gente, que corre e ama correr, que corre e cansa, que corre e se machuca, que se machuca e não aguenta ficar sem correr, que se recupera sempre, e que consegue conciliar uma vida corrida com a corrida em sua vida...

Vocês não perdem por esperar. Entre-pistas de corrida. Entre-vistas com corredores.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Despertador contra a preguiça!

Pra você que, como eu, treina de manhã, encontrei a música ideal para pular da cama!

Ela começa com um som muuuiiiito familiar... parece que foi retirado de uma fase do "Super Mario Bros", do Super Nintendo!

É ouvir para se animar, e para incorporar o personagem do videogame, pronto para começar uma nova fase: seu novo dia! E nada melhor do que começar o dia com atividade física!

Bom, deixo o Matt Bianco falar por mim, e "Get out of your lazy bed"!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Aprendendo a andar


"Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”

É assim que a Edson Marques começa um de seus textos (atribuído, equivocadamente, a Clarice Lispector).

Pois bem, essa é a essência do que quero lhes contar hoje.

Você já deu o primeiro passo ao querer mudar e incluir a atividade física na sua rotina.

Agora, não adianta achar que você sairá correndo por aí de uma hora para outra. Se você começou a sentir uma dorzinha no baço, ou fez uma bolha no pé, não desanime. A corrida é um esporte muito democrático, porque ela dá chances a todos. Não interessa quanto você pesa, quanto você mede, qual a sua idade, se você tem ou não uma boa coordenação… Na corrida, todos têm a sua hora e a sua vez!

Se você ainda estiver saindo de um estilo de vida sedentário, seria bem importante começar pela caminhada. E, quando começar a sentir que a caminhada está fácil, você tem a opção de começar a correr. Mas claro que você não deve começar de repente. Pode começar intercalando corrida e caminhada. Como já dito, o importante agora não é a velocidade que você imprimirá nos seus passos, mas a direção que decidiu tomar rumo a uma vida mais ativa, mais saudável e, naturalmente, mais feliz.

Para começar a ser mais ativa(o), você pode incorporar alguns hábitos diários:
  • passear mais com o seu cachorro (além de ser bom para ele/a, será um momento de movimento e relaxamento para você).
  • optar por andar a pé até a padaria, locadora (opa, hoje em dia elas quase não existem!), salão de beleza, ou até ao trabalho, dependendo da distância.
  • trocar o elevador pela escada – e ir andando se ela for rolante! (a não ser que, como eu, seu ortopedista tenha dito para evitar escadas, por conta da condromalácia patelar – comum em mulheres)
  • reserve no seu fim de semana momentos para passeios que lhe tirem do sofá, da mesa da cozinha, ou da frente da geladeira; vá a parques, museus, faça compras caminhando…

A caminhada é uma exelente atividade! Acontece que para percorrermos uma mesma distância, podemos concluir a atividade mais rápido se estivermos correndo, de modo que, na vida corrida que levamos, a corrida começa a se fazer interessante… Mas, não adianta ter tanta ansiedade. É primordial consultar-se com um médico. É essencial utilizar um tênis apropriado para caminhada ou corrida, dependendo de qual for o caso. É importantíssimo aliar a atividade aeróbica com exercícios de fortalecimento, para que você não tenha lesões.

Vamos dar os primeiros passos rumo ao investimento na nossa saúde?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Qual seu condicionamento financeiro?


por Vivi Figueiredo

Depois de explicar cada fase do condicionamento financeiro, agora é o momento de comparar todos os sapatos, entender a interação deles e decidir qual fôlego e preparo você deseja para a sua grana. 

É importante ressaltar que independente do estágio em que a(o) querida(o) esteja, os objetivos são os mesmos: utilizar a renda para saciar suas necessidades e os desejos particulares de cada um. 

Mas se engana quem pensa que o estágio de poupador (Esportista) e de investidor (Atleta) é um patamar de privações. Na verdade, isto ocorre apenas no início. O comprometimento é igual ao de uma pessoa que não faz atividade física faz tempo e resolve começar... Tudo é difícil: acordar cedo ou ter disposição no final do dia para malhar. As dores no começo são grandes e os benefícios do exercício ainda não apareceram. Mas depois que esse estágio é superado, tudo acontece naturalmente e não como uma obrigação, mas como um costume, um simples hábito. 

Claro que hábitos são muito difíceis de serem mudados, mas não são impossíveis. Por isso, a etapa de controle tanto do poupador quanto do investidor são apenas uma etapa para que eles consigam alcançar o que almejam em uma escala maior que o gastador (Amador) e o devedor (Sedentário), visto que fazem isso com seus próprios recursos e sem ônus. Portanto, conseguem atingir seus objetivos com mais tranquilidade e ter um universo maior de satisfações. 

A transição entre as fases não é nada fácil. Contudo, não dá para pular os degraus e sair por aí de sedentária a maratonista em 1 semana. Impossível. Para passar de devedor a investidor é preciso tempo, cautela e estudo. É melhor ir devagar e constante, do que cair da escada e quebrar o salto na primeira tentativa. 

Além disso, investir quando ainda está devendo é o pior dos cenários, os juros do capital investido, em geral são menores do que os juros da dívida. 

É necessário sair da condição de devedor (Sedentário), controlar os gastos, começar a ter sobra de capital para poupar e aí sim, investir. Da mesma maneira, entrar no mercado financeiro sem o mínimo de conhecimento, é jogar dinheiro no lixo, pois o despreparo pode trazer mais ônus do que bônus. É igual a praticar um exercício no nível avançado que você nunca praticou... você pode muito bem se machucar e quebrar uma perna. 

Quanto mais conhecimento, você entenderá melhor a dinâmica do mercado financeiro. Por isso, fica aí a dica do Bolsa Carteira! Vamos construir a sua fortuna!!


www.bolsacarteira.com.br


Instagram: @bolsacarteira_

Twitter: @VivisFigueiredo e @bolsacarteira_

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Mudança para domínio próprio

Queridos leitores, amigos, corredores e aspirantes:

Comprei um domínio próprio para o "Por isso eu corro demais"! Isso significa que o link do blog não será mais www.correndodemais.blogspot.com.br e sim www.porissoeucorrodemais.com.br

Quando criei o blog, não havia disponível o link com porissoeucorrodemais, e agora, com orientação dos meus amigos Vivi Figueiredo, do Bolsa Carteira, e Denis Pings, do Emagrecer sem dieta, decidi ter um domínio próprio, que é de mais fácil memorização, pois está ligado ao nome do blog.

O antigo endereço será redirecionado para o novo domínio, mas o Blogger exibirá uma mensagem de confirmação, e vocês deve clicar em "sim" para serem redirecionados.

Assim, atualizem seus links para esse novo endereço: www.porissoeucorrodemais.com.br

Espero que não se percam com essa transição e que continuem acompanhando o Por isso eu corro demais!